A MELATONINA E SUA IMPORTANTE INTERAÇÃO NO PROCESSO METABOLICO



Estudos envolvendo a melatonina, hormônio produzido pela glândula pineal, têm adquirido uma enorme importância tanto nas Ciências Básicas quanto nas Ciências Médicas, dada sua alta relevância para o entendimento da fisiologia normal humana e da fisiopatologia de várias doenças como distúrbios de sono, processos de envelhecimento, imunodeficiência, defêsa anti-oxidante do organismo, alguns tipos de depressão, mal de Alzheimer e cefaléias, entre outras..

Por outro lado, é de enorme importância social a grande prevalência de distúrbios metabólicos como diabetes tipo 2 e obesidade, em geral, associados ao envelhecimento.

Tendo em vista a demonstração crescente do papel da melatonina na regulação da sensibilidade periférica à insulina, na regulação da produção e secreção de insulina e leptina, no controle da distribuição e depósito de tecido adiposo e sua ação central sobre centros neurais envolvidos com a regulação do metabolismo, torna-se, portanto, extremamente importante compreender, mais profundamente, o papel da glândula pineal e da melatonina na regulação do metabolismo energético, com a finalidade última de,dada a ausência de toxicicidade na sua administração,propor seu possível uso terapêutico e/ou preventivo de distúrbios metabólicos,à semelhança do uso que se faz para distúrbios do sono e doenças neurológicas como cefaléia.

Essa compreensão mais profunda do papel exercido pela melatonina na regulação do metabolismo energético é o propósito primeiro desse artigo.

Torna-se evidente sua ação tanto sobre tecidos periféricos,tecido adiposo, tecido muscular e ilhotas pancreáticas e células imuno-competentes,quanto sobre o sistema nervoso central,em particular a região hipotalâmica,em estruturas sabidamente envolvidas com a ritmicidade circadiana dos fenômenos fisiológicos e com o comportamento alimentar e/ou a regulação metabólica.

A melatonina não é considerada uma medicação porque é produzida no próprio corpo, está mais para suplemento alimentar, tal como são as vitaminas.
A melatonina por ser natural não possui efeitos colaterais nem induz a dependência, além de não perder a eficácia ao longo do uso.

Podemos dizer que essa é a melhor alternativa para um bom grupo de pacientes com insônia.
Como sonífero, a melatonina funciona ainda melhor do que os sedativos sintéticos, como os barbitúricos e as benzodiazepinas.
Para os iniciantes: a melatonina é eficaz em pequenas doses e não produz efeitos colaterais.
Além disso, o hormônio preserva a arquitetura natural do sono, inclusive o tempo e a duração das fases de sonho caracterizadas pelo movimento rápido do olho (a fase REM – rapid eye movement).

Source: terapeutaquantico.blogspot.it






www.keymelatonin.com
web stats